Estamos servindo em Moçambique e agradecemos a você que participa conosco desta missão:
* Intercedendo pela nossa família e ministério
* Contribuindo para o nosso sustento (Banco do Brasil, Agência: 7029-7, Conta corrente: 5464-X)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tailândia: uma viagem até os confins da Terra

 

DSC02552Não foi fácil vencer as mais de 20 horas de vôo do Brasil até a Tailândia para participar de um treinamento do Haggai Institute.

Nos dias que antecederam a viagem, eu e a minha família precisamos novamente exercitar a nossa fé nas providências e no cuidado de Deus, pois desta vez, os noticiários davam conta das fortes chuvas e das consequentes inundações que deixaram mais de 1 milhão de pessoas desabrigadas na Tailândia.

 

DSC01071Mas tenho certeza de que Deus me chamou para este treinamento, com outros 52 participantes de 25 países.

Cada um com cultura, costumes e hábitos diferentes mas todos com o mesmo propósito: compreender melhor a vontade de Deus para a nossa vida e o nosso ministério, de forma que possamos comunicar de forma mais efetiva e relevante a verdade do Evangelho para outras pessoas.

Diariamente fomos desafiados a revisar diversas questões práticas do nosso dia-a-dia, tal como a nossa agenda de compromissos e as nossas prioridades, bem como o nosso relacionamento com Deus e com as pessoas que estão próximas de nós.

Foi uma oportunidade única para conhecer mais daquilo que Deus vem fazendo ao redor do mundo. Conhecí irmãos que sabem na pele o que é sofrer perseguição por ser Cristão no seu pais. Também ouvi relatos sobre como Jesus tem se revelado através de sonhos para muitas pessoas em paises onde não existe liberdade religiosa.

Que maravilha relembrar que um dia toda a língua confessará e todo o joelho se dobrará perante o incomparável Rei Jesus.

Eu quero continuar atento e com o coração aberto para entender aquilo que Deus está fazendo e ainda quer fazer na minha vida, de forma que eu possa ser uma testemunha deste imenso amor que traz significado novo para a nossa vida.

Espero que, apesar de quaisquer circunstâncias, você também esteja desfrutando das bênçãos seguir a Jesus.

Momentos durante o treinamento:

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Povo tailandes:

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Religiosidade:

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Comidas típicas:

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A África e a tarefa final

DSC00100Com o objetivo de mobilizar os líderes cristãos na África para o cumprimento da Grande Comissão, mais de 600 participantes representando 65 países estiveram reunidos na Nigéria, para entender quais são os desafios desta tarefa final. Foi maravilhoso poder conhecer um pouco das várias iniciativas evangélicas que vem sendo realizadas na África, principalmente em relação aos povos não alcançados, aos esforços para a planatação de igrejas, às necessidades de discipulado intensivo e ao treinamento de liderança local. 

A igreja evangélica africana reconhece que tem um papel importante a desempenhar na Grande Comissão. Também reconhece que possui pessoas e recursos para completar esta tarefa na África e também contribuir com outras partes do mundo.

Principais desafios e necessidades:

DSC00163Discipulado: apesar do crescimento numérico da quantidade de igrejas evangélicas e de Cristãos na África, não é possível afirmar que as igrejas estão crescendo de forma saudável e criando condições para que os novos crentes experimentem uma verdadeira transformação em suas vidas, de forma que possam impactar a vida de outras pessoas.

Formação de Líderes: várias iniciativas vem sendo realizadas na tarefa de plantação de igrejas e os resultados são expressivos. Porém juntamente com o crescimento numérico de novas igrejas, surge uma geração de novos líderes que precisam ser preparados para liderar estas novas igrejas. Mesmo com a existência de centros de formação teológica em vários países, existe uma grande quantidade de líderes leigos que ainda não tem acesso aos programas formais de treinamento que geralmente estão restritos aos grandes centros urbanos.

Unidade das igrejas evangélicas: diversos esforços, feitos por diversas igrejas e agências missionárias vem sendo realizados nos diversos países da África, mas verificou-se a necessidade de buscar condições que permitam reunir as igrejas evangélicas locais para discutirem planos de ação conjuntos, de forma que isto possa trazer maior sinergia para a expansão do reino de Deus.

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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nigéria, África

Meu primeiro dia

lagos 2Faltavam dez minutos para a meia noite e eu estava terminando o meu primeiro dia na África, alojado em um quarto numa casa pertencente à Missão Batista Nigeriana. Neste momento eu acabava de ler o Salmo 118:14 “O Senhor é a minha força e o meu cântico; Ele é a minha salvação”. Mas eu ainda não podia imaginar quanto estas verdades Bíblica iriam fazer sentido para a minha vida nos próximos dias.

Depois de algumas semanas de muita oração e uma certa tensão, finalmente Deus havia permitido que eu chegasse em paz na cidade de Lagos que tem uma população de mais de 10 milhões de pessoas e é a antiga capital da Nigéria, um país com quase 150 milhões de pessoas!

atentado abujaApesar do atentado na sede da ONU em Abuja, ocorrido uma semana antes da viagem, apesar de toda a dificuldade para a aprovação do meu visto que foi concedido apenas 3 dias antes da viagem; apesar de alguns desencontros com a minha reserva de hotel em Abuja; apesar de existir uma chance de não conseguir embarcar aqui no Brasil por causa de um equívoco na emissão do meu bilhete aéreo; apesar da preocupação com as inúmeras recomendações recebidas do pessoal do evento sobre os cuidados com a minha imigração em Lagos; apesar de uma certa apreensão em levar na bagagem mais de 70 volumes de livros doados por uma Editora para os irmãos dos países de língua Portuguesa; apesar de tudo isso eu já tinha também muitas bênçãos para contar.

Consegui embarcar em SP sem nenhum problema e fiz uma excelente viagem até Johannesburg na África do Sul. Durante o período de espera no aeroporto de Johannesburg (6 longas horas) para pegar um vôo até Lagos (mais cinco longas horas de vôo), soube que o Sr Ross, um missionário da Nova Zelândia que tem mais de 65 anos de idade e serve ao Senhor na África (Quênia) desde 1969 (caramba, o ano que eu nasci!) iria embarcar no mesmo vôo que o meu para Lagos e poderia me ajudar na imigração. Em um avião com capacidade para mais de 400 pessoas, me informaram que o Sr Ross iria viajar na poltrona 44D. E qual era a minha poltrona? 45D. Exatamente atrás da dele. O vôo estava bastante atrasado e o avião lotado. Mas a poltrona 44D à minha frente continuava vazia. De repente, entra pelo corredor um Sr e senta-se na poltrona 44D. Só poderia ser ele. Tão logo este Sr se ajeitou na poltrona eu cutuquei o ombro dele e perguntei: “Mr Ross?” E ele respondeu: “Yes”.

Que bênção a presença do Mr Ross no meu vôo. Passamos juntos pela imigração na chegada em Lagos, o que parece ser algo sempre muito tumultuado. Aguardamos, depois da imigração, mais de uma hora até conseguirmos pegar nossas malas.

Quando saímos na calçada do aeroporto, quanta gente! Serviços de taxi e de carregamento de malas sendo oferecidos, atravessa a rua daqui, outros correm dali, guardas fortemente armados misturados na multidão, mas enfim, encontramos a Emeline que era o nosso contato em Lagos. Ela nos levou para uma casa da Missão Batista Nigeriana onde passamos a primeira noite.

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Na manhã seguinte o Mr Ross pegaria um vôo às 8:00 para Abuja. Eu e o meu irmão e amigo Josias pegaríamos o vôo das 10:30, sem saber que teríamos uma manhã com fortes emoções pela frente.

Nigéria, África

Um passo na direção certa pode salvar a sua vida

Levantamos cedo, tomamos café, despedimos das pessoas na Missão Batista da Nigéria e seguimos para um outro aeroporto em Lagos para pegar nosso vôo para Abuja. Até aqui eu não tinha me dado conta de estar sem a companhia do Sr Ross por perto.

Chegamos na porta do aeroporto e o motorista do nosso carro foi logo enfiando a mão na buzina para outro carro parado na nossa frente. No Brasil, quase ninguém ouve uma buzinada destas sem reagir com muita raiva. Mas na Nigéria, a buzina tem um outro significado. Parece quase uma linguagem local. Interessante isso! Os motoristas buzinam pra tudo e pra todos, em todo o tempo. Para estacionar, para ultrapassar, para virar...

Descemos do carro bem em frente a porta de entrada do aeroporto. Nos despedimos do nosso motorista e já fomos assediados por muitos carregadores de mala. Ainda não sabíamos que eles tinham um “chefe”. Recusamos as ajudas e tentamos não deixar ninguém por as mãos nas nossas malas, conforme as instruções que tínhamos recebido anteriormente. Alguém abriu a porta para entrarmos no aeroporto e... agora sim experimentamos o verdadeiro estresse dos aeroportos de Lagos.

Antes mesmo de dar o segundo passo porta a dentro, um homem com traje local nos esperava perguntando efusivamente qual era o nosso vôo. O saguão tão pequeno, tão lotado, com pouca iluminação, sem ventilação e sem nenhuma placa indicativa me fez dizer para este homem que eu precisava arrumar um local para sentar, tirar minha mochila e então conferir as informações do meu vôo.

Imediatamente este homem me conduziu para uma cadeira vazia no saguão. Um lugar tão pequeno para tanta gente e eu tentando pensar nas instruções recebidas dos meus contatos aqui na África: “não deixe ninguém tocar nas suas coisas! Não entregue seus documentos na mão de ninguém, a não ser que seja uma autoridade do aeroporto!”. Pois é. Aquele homem e sua “equipe de apoio” pareciam exercer toda a sua autoridade sobre eu e o Josias.

A pressão dele funcionou e quando nos demos conta, nossos passaportes já tinham ido parar nas mãos dele. “Caramba! Isso não podia ter acontecido”.

Imediatamente ele se dirigiu para o “guichê” do check-in com autoridade suficiente para furar fila e me dizer para esperar longe do guichê. Mas graças a Deus que me fez passar por baixo do cordão da fila do check-in e me colocar ombro a ombro com aquele homem no “guichê” de atendimento. Enquanto o atendente conferia nossa reserva de vôo e passaporte, aquele homem tentava ocupar todo o espaço do balcão para ficar sozinho na frente do atendente. Se não fosse por um milagre, aquele homem levaria vantagem no jogo de ombro comigo, afinal ele era muito maior que eu e também parecia muito zangado. Não sei exatamente com o que. Talvez pelo fato de eu ser estrangeiro.

Foi neste momento que Deus me ajudou a entender que eu deveria permanecer firme ali e entrar na disputa com aquele homem pela entrega do meu passaporte e do meu bilhete de embarque. Vi Deus agindo milagrosamente ali, pois quando eu estiquei o meu braço, o atendente colocou na minha mão o passaporte e também o bilhete para embarque. Tentei perguntar para o atendente onde era o portão de embarque, mas não consegui entender nada, pois o homem que estava do meu lado sabia que tinha vacilado em pegar de volta o meu passaporte e o bilhete de embarque. Ele devia ser tão experiente na “prestação” deste serviço para estrangeiros no aeroporto, mas alguma coisa deu errado para ele. Afinal de contas, eu havia recuperado meu passaporte e conseguido pegar o meu bilhete de embarque. Ele me acompanhou, bravo, até o portão de embarque. Dali pra frente ele não poderia entrar. Agora sim, havia finalmente um oficial do aeroporto, aguardando o meu passaporte e o meu bilhete para conferir. Aquele homem, querendo receber seu “pagamento pelos serviços prestados” me dizia que ali era pra ele o fim da linha e portanto hora do pagamento dos “serviços prestados”. Eu tinha 1.500 nairas no bolso direito da minha calça. Este dinheiro eu tinha recebido de troco pelo café da manhã. Uma nota de mil e outra de quinhentos, que correspondem a aproximadamente dez dólares. Ví que não escaparia de dar alguma gorjeta, pois afinal, por um lapso da minha parte, ele havia posto a mão nos meus documentos e prestado um “grande serviço”, numa experiência que foi muito estressante para um começo de dia. Mas eu não sabia quanto poderia ser uma gorjeta compulsória. E o pior era que outros da sua “equipe” o acompanhavam para tentar receber alguma coisa também. Acho que ele se animou quando viu sair do meu bolso as duas notas. Uma nota ficou pra ele e a outra para alguém mais que nos cercava.

Antes de chegar mais alguém para a gorjeta, eu e o Josias demos um passo na direção da área restrita para embarque e pronto!

Ufa! Que começo de dia difícil. Mas consigo ver a mão de Deus me ajudando em tudo.

Esse passo na direção da área de embarque trouxe um alívio por termos a certeza de que a partir dali estávamos separados daquele homem e da sua “equipe” e portanto ele já não podia mais exercer nenhuma pressão sobre nós.

Toda essa história para lembrar que um dia também, eu precisei dar um passo em uma nova direção na minha vida, que é Jesus. E a partir desse passo na direção certa eu também fiquei completamente livre da pressão do pecado sobre mim.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cristolândia

Desde a primeira vez que ouvimos falar da Missão Batista Cristolândia, ficamos impactados com aquilo que Deus estava começando a realizar no centro de São Paulo para transformar a Cracolândia (Terra do crack) em Cristolândia (Terra de Cristo).
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Quem conhece a realidade da Cracolândia pode até achar que é impossível fazer alguma coisa para mudar aquela lugar, mas graças a Deus pelas pessoas que aceitaram o enorme desafio de resgatar vidas nas ruas de São Paulo.
Com a inauguração do Centro de Formação de Vida Cristã – Cristolândia aqui em Piratininga e com uma maior disponibilidade do nosso tempo neste ano de 2011, começamos a acompanhar mais de perto este projeto, dedicando parte do nosso tempo para algum tipo de suporte operacional para os coordenadores locais e também para servirmos com a realizarmos de treinamentos na área de liderança e de gestão de projetos.
DSC06521Quantas histórias de vida nos tem sido apresentadas! Histórias tristes, de gente que foi rejeitada antes mesmo de nascer. De gente que tentou encontrar alento para os seus problemas nas drogas. E de gente que enveredou para o mundo do crime. Mas quantas histórias de vida estão sendo escritas em uma nova página!
Posso contar dos meus irmãos Ailton, Frank, Robson, Wellington, Hamilton, Francisco e Geisa que tem hoje uma nova vida, transformada pelo poder de Jesus.
DSC08494Como é bom estar com eles, ouvir suas histórias e conhecer como Deus tem abençoado suas vidas.
Como é bom conhecer os sonhos e os projetos de vida de cada um deles e ver como eles tem priorizado servir a Deus em tudo o que estão fazendo.
Cada uma destas vidas são milagres acontecendo nos nossos dias. É gente que passou da morte para a vida. Gente que estava perdida e foi achada! Assim como eu e você.
Curso sobre Princípios Bíblicos de Liderança. Culto de Formatura.
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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Paraíba: João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras

As informações recebidas sobre as dificuldades enfrentadas por pastores e missionários no interior da Paraíba sensibilizaram o coração de várias pessoas na I B Estoril que decidiram fazer alguma coisa para ajudar.
Cerca de uma tonelada e meia em doações diversas foram arrecadadas durante vários meses. Kits personalizados para mais de 20 famílias foram cuidadosamente preparados, incluindo gêneros alimentícios, roupas, sapatos e até produtos de higiene pessoal.
Mas não bastava enviar tudo isso para a Paraíba. A idéia era poder entregar pessoalmente estas doações. Conhecer as famílias que iriam receber os kits. Entender melhor as suas necessidades. Orar com elas e encorajá-las a seguir em frente, fazendo tudo para a honra e glória do Senhor.
Foi assim que um grupo de 19 pessoas saiu de Bauru numa madrugada fria de junho para enfrentar os mais de 30 graus na Paraíba.
Como valeu a pena conhecer essas pessoas. Alguns que estão no campo há vários anos, nunca receberam sequer uma carta ou um telefonema de alguém para saber se estavam bem  ou se precisavam de alguma coisa. É interessante ver como aquilo que as vezes parece tão pouco pra gente, representa muito para outras pessoas.
Os primeiros kits foram entregues na sede da Associação Batista Paraibana em um encontro emocionante com pastores e famílias de missionários que estão trabalhando próximo à capital João Pessoa.
“A vinda de vocês aqui é resposta das nossas orações”! Essa frase, dita pelo Pr Jenilson, me faz pensar em como valeu a pena a nossa igreja acreditar que podería ser usada por Deus para abençoar a vida de pessoas que viviam tão distantes da gente.
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Conhecemos o Pr Sérgio, que viaja toda semana 470 km em uma moto 125cc, em estado razoável de conservação para ir de Campina Grande pastorear uma igreja em Cajazeiras. Depois enfrenta mais 470 km de viagem de volta.
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A igreja é pequena, tem poucos recursos, mas muita disposição para aproveitar todo o potencial para pregar o evangelho.
Prova disso é que em dois anos e meio já foram iniciados 5 pontos de pregação na região.
Encontramos famílias missionárias trabalhando em lugares de difícil acesso no sertão: São José da Lagoa Tapada e Carrapateiras são dois exemplos.
Em Cajazeiras, antes do início do culto vimos um senhor sentado num cantinho de uma banco da igreja e resolvemos sentar junto dele.
DSC09150Os momentos que antecediam o culto permitiram conhecermos um pouco mais do “Seu” Pedro, que era Alogoano mas morava na Paraíba havia muitos anos. Foi garimpeiro, conheceu a Jesus e era o único crente da sua família. Contou que orava muito pelos filhos que enfrentavam problemas com a bebida. Assim que chegamos de volta em Bauru, recebemos a notícia de que dois dias depois daquele culto em Cajazeiras, Deus tinha chamado o Sr. Pedro para morar com Ele na glória.
Soubemos que os familiares diziam que o Sr. Pedro estava muito contete em ter conhecido os “irmãos” de São Paulo e que havia descançado em Paz no Senhor.
Pr Dorivan, no trabalho de plantação de igrejas no Sertão. Jovem obreira da equipe do Pr Dorivan que está orando por recursos para cursar seminário em Campina Grande.
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Cultura sertaneja. Manteiga de garrafa. Crianças no sertão.
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Comidas típicas: cucuz, sovaco de cobra, buchada de bode, tapióca, arroz de leite.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Resgatar

DSC08428O projeto Resgatar atende as crianças do Ferradura Mirim, um bairro de Bauru com diversos problemas sociais. Existem mais de 700 barracos em terrenos não legalizados, abrigando cerca de 5,5 mil habitantes. Conta com um índice elevado de violência, associado ao tráfico de drogas.

Geralmente os moradores do bairro são discriminados e encontram dificuldades no mercado de trabalho, nas escolas e no comércio.

É um projeto que foi idealizado há mais de 10 anos atrás pelos missionários Flávio e Mirian Tonon.
A Igreja Batista do Estoril, posteriormente, assumiu este trabalho que hoje é coordenado pela Missionária Karla.
Neste projeto são atendidas mais de 60 crianças e adolescentes, muitos deles vivendo em situação de risco. Eles estão aprendendo a Palavra de Deus e recebendo orientações em outras áreas diversas.
As programações acontecem aos sábados em uma escola cedida pela prefeitura municipal de Bauru para a realização de atividades de música, estudos, brincadeiras e jogos. Também são desenvolvidas atividades voltadas específicamente para as mães.
Durante a semana são realizadas visitas nas casas das crianças do projeto. Nestas visitas, são realizadas orientações diversas para os pais ou responsáveis das crianças e também são distribuídas cestas básicas. Já foram realizados encaminhamentos de pessoas para tratamento de dependentes químicos e também encaminhamentos médicos.
DSC08451A Fernanda e a Laura tem ministrado aulas para as crianças de 8 a 10 anos.
Eu tenho trabalhado com uma turma de adolescentes que está sendo preparada para assumir algumas responsabilidades de liderança no projeto. Também estou ajudando os coordenadores a elaborarem uma primeira versão do planejamento estratégico do Resgatar que servirá de base para as ações a serem realizadas nos próximos anos.

Festa de final de ano.
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